A INDIFERENÇA QUE MATA (ENSAIO)
A INDIFERENÇA QUE MATA ( ENSAIO) A maneira como reagimos a um episódio de violência gratuita como no caso do cão orelha que teve um prego inserido em seu crânio por um grupo de adolescentes e depois teve que ser sacrificado, diz muito sobre o tipo de sociedade que somos ou que tipo de mundo estamos tentando construir enquanto espécie humana. Se não pararmos pra refletir (coisa rara hoje em dia) vamos cair naquilo que Hannah Arendt definiu como a banalidade do mal, quando praticas extremamente violentas se inserem em nosso cotidiano e se tornam tão corriqueiras que não recebem nenhum tipo de protesto. Penso que pra combater isso, uma grande barreira precisa ser vencida, que a necessidade de nós colocarmos no lugar dos outros, a empatia, precisamos ter empatia pela vida como um todo, não só por outros seres humanos, mas precisamos desenvolver respeito por plantas animais e etc... Ainda não evoluímos espiritualmente enquanto espécie para fincar profundo em nosso ser a noção...

